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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Pibid/Educação Física participa do Projeto “UEPG + Energia”:

Aconteceu no último domingo (30/08), a primeira etapa do Projeto de extensão “UEPG + Energia – Festival de Saúde” e contou com a participação dos pibidianos de Educação Física. O projeto tem como objetivo proporcionar espaço de lazer para a comunidade universitária e público em geral, além de promover ações de atenção a saúde.
A etapa desse domingo contou com a participação de alunos dos colégios estaduais Professor João Ricardo Von Borell Du Vernay, 31 de Março, General Osório e Padre Arnaldo Jansen, colégios onde o PIBID Educação Física tem atuação. Além desses, participaram alunos do colégio Meneleu e alunos que participam do Projeto “Atleta do Futuro”.
Os alunos participaram de torneios de futsal, vôlei, basquete e futebol society organizado pelo acadêmicos do Pibid/Educação Física. Também aconteceu uma pista de corrida de orientação, montada e organizada pelo grupo de escoteiros Princesa dos Campos com a participação dos acadêmicos de Educação Física. 


Os alunos tiveram acesso também às demais atividades do projeto, como exames de diabetes, hipertensão, doenças renais, testes de HIV, saúde bucal e orientações sobre meio ambiente, com a participação de professores e estudantes dos cursos de Enfermagem, Farmácia, Medicina, Odontologia e Química.
Destacamos a participação dos alunos, que aceitaram o convite feito pelos Professores e compareceram para prestigiar o evento, o fato de ser domingo pela manhã não foi obstáculo para que todos pudessem participar da etapa, e tiveram um momento de felicidade vivida através da prática de atividade física e socialização em um ambiente alegre e descontraído,  ficou claro nos comentários ouvidos e nos sorrisos dos alunos, a satisfação em participar da etapa.

O ‘UEPG + Energia” terá mais duas etapas neste ano. A segunda etapa está programada para o dia 25 de outubro; e a terceira, para 29 de novembro.



Por: José Edenilson, Ana Ellen, Diogo.

sábado, 29 de agosto de 2015

BADMINTON

História do Badminton

     Foi na India que o Badminton nasceu, com o nome de Poona. Oficiais ingleses a serviço neste país gostaram do jogo e levaram-no para a Europa.
     O "poona" passou a se chamar Badminton quando, na década de 1870, uma nova versão do esporte foi jogada na propriedade de Badminton, pertencente ao Duque de Beaufort's, em Gloucestershire, Inglaterra
     Em 1934 foi fundada a Federação Internacional de Badminton (IBF), com nove membros: Canadá, Dinamarca, Escócia, França, Holanda, Inglaterra, Nova Zelândia e País de Gales. Sua sede se situa, logicamente, em Gloucestershire.
     Nos anos seguintes mais países se tornaram membros, especialmente após a estréia do esporte nas olimpíadas de Barcelona, em 1992. Hoje em dia, existem 130 países membros da IBF, e o número tende a crescer.
   Existem, na atualidade, seis torneios principais promovidos pela IBF: Thomas Cup (campeonato mundial masculino de equipes), Uber Cup (campeonato mundial feminino de equipes), Sudirman Cup (equipes mistas), World Championship, World Juniors e World Grand Prix Finals.
   Em 1995 o Badminton foi incluído nos XII Jogos Pan-Americanos de Mar del Plata, Argentina, e foi jogado novamente, em 1999, nos XIII Jogos Pan-Americanos em Winnipeg, Canadá. Depois disso, a modalidade se firmou no evento sendo esporte que conta medalhas até hoje. Inclusive, em 2007 nos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro o Brasil conquistou sua primeira medalha na competição. O feito histórico para o Badminton brasileiro foi conseguido pelo atletas Guilherme Kumasaka e Guilherme Pardo que conquistaram medalha de bronze na categoria de dupla masculina.



No dia 25/08 (terça-feira) nós do grupo PIBID Educação Física que atuamos no Colégio Estadual General Osório, situado na cidade de Ponta Grossa - Paraná, iniciamos uma modalidade que para muitos dos alunos era desconhecida, o badminton. Um esporte simples que se utiliza de raquetes, peteca, uma rede como a do vôlei e um espaço não muito grande.
Conversamos brevemente com eles, se algum deles conhecia o esporte e o que sabiam, em seguida dávamos um pequeno feedback de como é a modalidade e logo já íamos para a quadra.
Ao verem os equipamentos, foi nítida a curiosidade que os alunos tiveram com essa nova modalidade para eles. Alguns mostraram um certo nervosismo antes de começar as atividades, porém, logo foram se familiarizando com o esporte e pegando mais afinidade com as raquetes e petecas.
O aquecimento foi uma atividade bem simples, para que os discentes tivessem o primeiro contato com o equipamento, tendo a noção que a raquete era uma extensão da mão, do peso da peteca e a dosagem de força para bater na raquete. Montamos varias colunas, uma de frente para a outra, os alunos deviam ir batendo na peteca seguidas vezes sem deixa-la cair no chão, levando a peteca até seu companheiro da fila que estava em sua frente. Feito isso, o colega recebia a peteca e levava a mesma até a fila a sua frente, e assim seguidas vezes até todos realizarem a atividade.
A segunda atividade era uma iniciação ao jogo. Montamos várias mini quadras para que todos tivessem a oportunidade de jogar. Deixamos os alunos em fila na posição de saque e a outra fila para receber esse saque. O aluno executava o movimento de saque e o companheiro teria que devolver, caso conseguisse o colega que sacou também devia devolver e assim por diante. Caso a peteca caísse no chão era a vez do aluno que recebeu o saque sacar e a assim a atividade seguia, sempre trocando as duplas que estavam nas quadras.
O melhor da aula de badminton foi a interação de todos os alunos com essa modalidade, nova para quase todos. Nenhum aluno ficou com receio de fazer as atividades, pois não tinha nenhum aluno que dominasse as técnicas desse esporte. Eles conseguiram realizar os movimentos e técnicas, e durante o jogo foi notório o entusiasmo e uma certa competitividade entre as equipes em fazer um ponto.









Fonte: http://www.badminton.org.br 
Imagens de alunos e acadêmicos do PIBID Educação Física do Colégio Estadual General Osório - Ponta Grossa - Paraná 


Att. 
Caroline Matias, Erick Araújo e Igor Gustavo 



sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Vença o clima seco e proteja a saúde das doenças respiratórias

Casos de alergia crescem 25% quando a umidade do ar está baixa

Depois de registrar o menor índice de umidade em três anos, a cidade de São Paulo deve permanecer em alerta por causa do tempo seco até domingo. A previsão do clima é semelhante para a maioria das regiões no país. O estado de alerta é definido quando a umidade do ar fica entre 20% e 30%. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), algumas cidades do Noroeste do Estado vão completar 40 dias sem chuva.

Hidratação alivia complicações do clima seco - Foto: Getty Images
Hidratação alivia complicações

Os problemas para o sistema respiratório causados pelo tempo seco são vários: os casos de pneumonias, gripes, sinusites, alergias e resfriados crescem até 25%, segundo a Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo quando a umidade cai e os índices de poluição, consequentemente, aumentam. Mas, para fugir desse problema e garantir que saúde fique 100%, basta seguir alguns cuidados que deixam seu corpo livre dessas reações chatas.
Segundo a alergista Marta Guidacci, sangramento nasal, mal-estar, tontura, pele seca, olhos vermelhos, boca seca e lábios rachados são sintomas comuns nessas condições climáticas, o que pode resultar em desmaios e altos níveis de desidratação. "Hidratar o corpo, ingerindo água, sucos naturais, consumir muitas frutas e verduras e evitar fast food é o primeiro passo", afirma. A opinião é endossada pelo clínico geral Fernando Nobero, do Hospital Beneficência Portuguesa. "A grande ingestão de líquido é ótima para driblar o ar seco, mas outros cuidados também são importantes, como o uso de colírios", completa.

Cuide da alimentação


Natação para driblar o tempo seco - Foto: Getty Images
Natação para driblar o tempo seco

É importante durante o tempo seco tomar providências como: aumentar a hidratação, com a ingestão de água ou isotônicos; consumir frutas ricas em água, como melancia e melão, e evitar a prática de exercícios muito intensos ao ar livre em horas quentes, diz a alergista Marta.

Mantenha a pele hidratada

"Outra dica que garante a saúde e a beleza da sua pele nos dias de baixa umidade do ar é apostar em cremes e umidificantes", explica Marta Guidacci. Para deixar a pele bonita, é preciso lambuzar o corpo com hidratantes e filtros solares, evitar banhos quentes, demorados, uso de sabonetes e buchas, evitar atividades físicas no horário de 10 às 16h, colocar soro fisiológico nas narinas e fazer compressas de água filtrada nos olhos, se eles estiverem irritados. Umidificando bem os ambientes, os sintomas de asma e rinite tendem a diminuir. Isso porque, quanto mais seco o clima, mais ácaros e fungos aparecem, e eles são os principais fatores desencadeantes das alergias.
A prática de esportes também merece atenção especial no tempo seco. O corpo se cansa mais facilmente, a garganta passa a arranhar e os olhos ficam irritados com facilidade. Mas nada disso é motivo para você fugir das atividades físicas, como explica o professor Rafael Ollita, da academia Top Spin & Big Ball. "É recomendado que os exercícios físicos sejam feitos nas primeiras horas da manhã, no final da tarde ou à noite, quando o clima seco não incomoda tanto", diz ele. Além disso, exercícios ao ar livre devem ser realizados em locais que possuam muitas árvores, como parques e praças. 
Natação, hidroginástica, hidro cycle e os demais esportes na água são uma boa alternativa se o ar pesado estiver incomodando. Os exercícios aquáticos são os mais recomendados nesta situação, pois em um ambiente de piscina, a umidade do ar tende a ser maior do que em locais abertos, o que diminui essa constante agressão causada pela poluição ao sistema respiratório.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/materias/3383-venca-o-clima-seco-e-proteja-a-saude-das-doencas-respiratorias

Att. Juliana Cosmoski, Murilo Ferreira e Amanda Lermem

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

TIME BRASIL FICA EM TERCEIRO LUGAR NO QUADRO DE MEDALHAS DOS JOGOS PAN-AMERICANOS TORONTO 2015


Nos Jogos Pan-americanos Toronto 2015, no Canadá, o Time Brasil alcançou as principais metas propostas pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB): o país ficou em terceiro lugar pelo quadro total de medalhas, com 141 (41 de ouro, 40 de prata e 60 de bronze), atrás apenas dos Estados Unidos (265) e dos anfitriões canadenses (217) e classificou mais atletas (590) do que na edição de Guadalajara 2011 (515). Com 141 medalhas em Toronto, o Brasil igualou o número total de medalhas conquistadas em Guadalajara.
A competição continental serviu de teste e preparação do Time Brasil para a competição multiesportiva mais importante da história olímpica do Brasil, os Jogos Rio 2016.
O terceiro lugar no quadro de medalhas em Toronto 2015 comprova o crescimento sustentável do esporte olímpico brasileiro. Desde os Jogos Rio 2007, quando entrou no Top 3 depois de 40 anos, o Brasil não saiu mais do pódio pelo número total de medalhas da competição. Em Toronto, o país chegou à frente de Cuba, quarta colocada, pelo total de medalhas (141 a 97) e também pelo número de ouros (41 a 36), fato que não ocorria há 48 anos, desde os Jogos Pan-americanos Winnipeg 1967. 
Clicando no link abaixo, você poderá conferir a Classificação Geral e por Modalidades do Pan de Toronto:  http://globoesporte.globo.com/jogos-pan-americanos/medalhas.html
Fonte: http://www.cob.org.br/pt/time-brasil/toronto-2015. Acesso em 03-08-2015
Att. 
Eduardo, Leticia e Wendell

segunda-feira, 27 de julho de 2015

PROJETO PIBID NA COPA DO MUNDO


O projeto “PIBID na Copa do Mundo” foi desenvolvido pelos acadêmicos de Licenciatura em Educação Física integrantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), juntamente com o professor supervisor e coordenador do subprojeto no Colégio Estadual Professor João Ricardo Von Borell Du Vernay, localizado na cidade de Ponta Grossa – PR. Este contou com a participação de aproximadamente 400 alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio, e teve duração de dois meses do ano de 2014.
As ações desenvolvidas pelo projeto tinham como principal objetivo proporcionar aos alunos reflexões sobre os legados tangíveis e intangíveis de uma copa do mundo, e assim, proporcionar aos alunos a oportunidade de construírem juntos a copa “ideal”, colocando-se na posição dos próprios governantes. Para cumpri-los, durante todo o projeto os alunos permaneceram divididos em 20 grupos/países, contraíram uma página na rede social Facebook, com o intuito de divulgar para os pais, amigos e comunidade em geral os trabalhos realizados.   
Em forma de eleição, respeitando o regime político de cada país, todos os alunos receberam um cargo (rei, rainha, imperador, presidente, primeiro ministro, ministro dos esportes, da educação, do meio ambiente, da cultura, da comunicação, relações públicas e etc.). O objetivo desta ação é proporcionar aos alunos uma reflexão a respeito das diferentes formas de governo e regimes, bem como dar responsabilidades a todos os envolvidos, além de fortalecer a identificação dos mesmos com o país que representa.
Além destas, diversas atividades foram desenvolvidas, como a confecção de bandeiras, poesias, esportes com bola, construção de lixeiras, cartazes e lembretes que trabalhavam a relação de respeito entre meio ambiente e homem, e também o respeito de homem para homem, os quais eram escritos em português e na língua oficial dos respectivos países. As ações eram estabelecidas semanalmente, com o intuito de deixar legados ao colégio como: respeito com o ambiente escolar e com o próximo, conhecimento sobre as diferentes culturas, tolerância, liderança, autonomia e valorização da interdisciplinaridade. 
Segue abaixo um vídeo, com algumas atividades desenvolvidas durante a semana de encerramento do projeto.



Por: Aline Melnyk
 Edilson de Oliveira 
Érica Fernanda de Paula

domingo, 26 de outubro de 2014

Educação Física promove ‘II Mostra de Ritmo e Dança’ na UEPG

Alunos do curso de Educação Física da UEPG (disciplina Ritmo e Dança) promovem, no próximo dia 6, de novembro a ‘II Mostra de Ritmo e Dança - Celebrando a diversidade cultural’. A programação se desenvolve no Ginásio de Esportes da UEPG - Campus de Uvaranas, a partir das 19h30, com convidados de Prudentópolis e Castro. A mostra tem o objetivo de divulgar as diversas modalidades da arte da dança e da ginástica, possibilitando que os alunos tenham noções de organização e planejamento de espetáculos de danças, assim como a compreensão do trabalho em equipe, o respeito ao próximo, a socialização, a criatividade e o comprometimento com a sua formação acadêmica.
De acordo com a professora Rosimeide Francisco dos Santos Legnani, responsável pela disciplina, a importância do evento está pautada essencialmente na vivência de forma plena dos acadêmicos, nos mais variados estilos de ritmos e de danças. "O trabalho é essencialmente pedagógico e compreende-se que estas ações são fundamentais à formação profissional do acadêmico de Educação Física", diz. "É uma ação transformadora entre universidade e sociedade".
A professora comenta que a dança se faz presente na vida dos seres humanos. "Até mesmo antes de existir a fala, já havia os gestos corporais como forma de comunicação". Além disso, segundo ela, trabalha com valores como a harmonia, beleza e limites. "Ou seja proporciona todos os ingredientes que são essenciais à formação completa do ser humano. A dança é ciência, é arte é cultura, enfim, a dança é a vida em movimento".
Como convidados, a programação do evento traz o Grupo Folclórico Ucraninao Brasileiro Vesselka (foto), de Prudentópolis; e o Grupo B-Boys Dance e Freestylers, com estilo de dança moderna, de Castro. O evento também apresenta grupos de danças formados pelos alunos da UEPG nas modalidades balé, forró, yôga, Tai Chi, valsa vienense, samba de gafieira, dança contemporânea, mix (lutas e dança); dança do ventre; dança folclórica grega; e sertanejo universitário.

Fonte: http://portal.uepg.br/noticias.php?id=6778

Todos estão convidados!!
Att, Erica Fernanda de Paula

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Atividades físicas depois da escola melhoram cognição de crianças

Crianças que praticam atividade física depois da escola por pelo menos uma hora a cada dia têm melhor capacidade de prestar atenção, evitar a distração e alternar entre tarefas cognitivas, segundo pesquisa publicada na revista Pediatrics. A faixa etária analisada foi dos sete aos nove anos de idade.
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O estudo durou nove meses e contou com 221 crianças. Metade dos participantes participou de atividades físicas depois das aulas. Os demais foram colocados em uma lista de espera. Todos foram submetidos a testes e imagem cerebral cognitiva antes e depois da intervenção.

— As crianças do grupo de exercícios melhorou duas vezes em comparação com as que ficaram na lista de espera em termos de precisão em tarefas cognitivas. Encontramos amplas mudanças na função cerebral, que se relacionam com a atenção durante tarefas cognitivas e velocidade de processamento — disse o professor da Universidade de Illinois Charles Hillman, que liderou o estudo.

As crianças do grupo exercício demonstraram melhora significativa na capacidade de bloquear as distrações e se concentrar em tarefa específicas. O grupo também melhorou a "flexibilidade cognitiva", que envolve a alternância entre tarefas intelectuais, mantendo a velocidade e precisão. As crianças do grupo controle de lista de espera viu melhorias mínimas nessas medidas, em linha com o que seria esperado como resultado da maturação normal ao longo dos nove meses, disse Hillman.


Fonte:

http://www.educacaofisica.com.br/index.php/escola/canais-escola/crescimento-desenvolvimento/28075-atividades-fisicas-depois-da-escola-melhoram-cognicao-de-criancas

Att.
Hanna Szumski

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Educação Física orienta submissão de trabalhos para simpósio


Para apresentar e ter seu resumo e/ou artigo publicado nos anais, o autor deverá estar inscrito no simpósio até 03 de novembro
por Marilia Woiciechowski

Com programação nos dias 14, 15 e 16 de novembro de 2014, o XXII Simpósio de Educação Física da UEPG orienta os interessados em apresentar e publicar artigos e/ou resumos no evento. A realização do simpósio integra as comemorações dos 40 anos do Curso de Educação Física da UEPG. O evento ocorre numa promoção do Departamento e do Colegiado dos Cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física da instituição. A programação de cursos do simpósio vai contar com a presença do professor doutor Dartagnan Pinto Guedes, referência internacional na área de educação física.
Cursos, oficinas e sessão de tema livre vão movimentar os espaços do evento – e anuncia as datas de inscrições em breve. Os artigos enviados até 29 de outubro à organização do simpósio (simposio22@gmail.com) devem ter de oito a dez laudas, nome do autor e título do trabalho, no editor de texto Word 97 ou posterior até 29 de OUTUBRO, digitado em fonte arial tamanho 12, espaçamento entre linhas simples. Deve ser digitado em fonte arial tamanho 12, espaçamento entre linhas simples. Também precisa conter resumo, abstract, palavras-chave, texto, e referências.
Outras Orientações
Quanto ao resumo precisa conter no máximo 250 palavras – e ser enviado para o endereço de e-mail: simposio22@gmail.com, com nome do autor e título do trabalho, no editor de texto Word 97 ou posterior até 29 de outubro, digitado em fonte arial tamanho 12, espaçamento entre linhas simples. O título do trabalho deverá estar na 1a linha em letra maiúscula, centralizado e em negrito. O (s) nome (s) do (s) autor (es), sem a titulação acadêmica, deverá estar na 3a linha, alinhado à direita, seguindo a seqüência: nome, sobrenome, sem abreviações.
Na linha seguinte é necessário mencionar a instituição em que cada autor está vinculado. Na 6ª linha, iniciar o resumo em parágrafo único. O autor deve informar, em folha anexa, nome completo, título do trabalho, endereço para correspondência, e-mail, recursos áudio - visuais necessários. A organização do evento informa que a carta de aceite ou recusa dos trabalhos serão enviadas por e-mail. Os artigos e resumos serão apresentados na forma de pôster. A Comissão Científica poderá indicar artigos para a apresentação na forma oral.
Cada participante poderá enviar no máximo dois trabalhos como autor principal e dois em co-autoria, independentemente do formato. A correção gramatical dos trabalhos é de responsabilidade do(s) autor(res). Isso porque serão publicados na forma em que foram enviados. Os trabalhos fora do padrão exigido não serão submetidos para avaliação pela Comissão Científica. Para apresentar e ter seu resumo e/ou artigo publicado nos anais, o autor deverá estar inscrito no simpósio até 03 de novembro.

Somente será emitido certificado ao co-autor inscrito no evento. A divulgação dos trabalhos aprovados ocorre até 10 de novembro, no site do evento e por e-mail: simposio22@gmail.com. Neste e-mail, os interessados podem esclarecer dúvidas.

Fonte: http://portal.uepg.br/noticias.php?id=6655

Att. 
Caroline Matias
  

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Conheça o Tchoukball


O tchoukball nasceu dos pensamentos do Dr. Hermann Brandt durante os anos 1960. No decorrer de seu trabalho, este médico de Genebra se deparou com um grande número de atletas que se lesionavam durante a prática esportiva. Ele percebeu, entre outras coisas, que esses traumas se deviam aos movimentos que não eram adaptados à fisiologia humana ou as várias formas de agressividade encontradas em certos esportes. Esta realidade diária aumentou suas preocupações a respeito do valor educativo dos esportes modernos. Portanto, temendo os abusos dos esportes, o Dr. Brandt decidiu criar, por meio do tchoukball, um esporte que permitisse que o indivíduo adquirisse e mantivesse um duradouro equilíbrio físico, mental e social. Destacando-se por sua abordagem puramente educativa, o tchoukball procura tornar possível o sonho do Dr. Brandt, ou seja, que o esporte deva "contribuir para a construção de uma sociedade humana digna".

O Tchoukball é um esporte coletivo, jogado entre duas equipes com sete jogadores em uma quadra com as dimensões da quadra de basquete (regras oficiais) com uma bola e dois quadros (semelhantes a trampolins, inclinados a 55º), cada um posicionado de cada lado da quadra (comprimento).

Quadro de Tchoukball
O objetivo da equipe atacante consiste em fazer com que a bola rebata em um dos quadros para que ela caia na quadra, sem que a outra equipe a recupere. Na prática, não há um lado para cada equipe; o campo de jogo é compartilhado por todos.

Para arremessar no quadro é permitido até três passes para cada equipe. Durante o ataque, a outra equipe não pode interceptar a bola ou atrapalhar o adversário. Todo ato de perturbação ou obstrução de jogo é proibido, o jogador de tchoukball – no ataque ou defesa – pode desenvolver quase todos os movimentos possíveis sem temer ser impedido intencionalmente ou involuntariamente pelo adversário.

O tchoukball pode ser jogado em diferentes superfícies (quadra, grama, areia, piscina etc.) e com qualquer idade. Ele não requer nenhum equipamento fixo (se necessário, podemos fazer alterações conforme o número e o nível dos jogadores) e pode ser jogado com dois quadros assim como com um quadro.



As regras do tchoukball contam com resultados de estudos da fisiologia, da psicologia e da sociologia para obter um jogo definitivamente construtivo. Portanto, como todo ato de perturbação ou obstrução de jogo é proibido, o jogador de tchoukball – no ataque ou defesa – pode desenvolver quase todos os movimentos possíveis sem temer ser impedido intencionalmente ou involuntariamente pelo adversário. Além disso, apenas o sucesso de combinações táticas e movimentos técnicos permite vencer o jogo. Comportamentos anti-desportivos são proibidos.

Contudo, o tchoukball possui características que o faz ideal para todos os níveis de disciplina (esporte competitivo, esporte para todos e esporte educacional).

Com relação às habilidades físicas, o tchoukball permite:
  • Desenvolver a destreza individual dos jogadores, dando a estes a oportunidade de praticar movimentos de arremesso e recepção em condições favoráveis, já que as regras excluem o tempo todo intervenções diretas do adversário. Portanto, todos podem desenvolver esses movimentos básicos e apresentá-los sem obstáculos e de acordo com suas capacidades.
  • Melhorar a percepção espacial e senso de orientação enquanto o jogador que busca marcar o ponto, na verdade mira em uma parte da quadra que está atrás dele e podendo marcar em um ou outro quadro.
  • Trabalhar o corpo, assim como outros esportes, e melhorar as funções cárdio-vasculares e neuromusculares. Se bem praticado, o tchoukball se torna um esporte realmente intenso e dinâmico.
Psicologicamente e socialmente, o tchoukball permite:
  • Desenvolver o espírito de tomadas de decisão de todo atleta e reforçar as responsabilidades individuais. Quando um jogador pega a bola, somente ele pode decidir o que fazer, seja um passe ou um arremesso, e assim precisa aceitar seus eventuais erros. Após um arremesso falho, ele dará um ponto a outra equipe, e após um erro de passe a bola irá para a equipe adversária. Assim, todo jogador precisa dar seu melhor em todas as situações
  • Apresentar um comportamento tático dentro de um contexto de relações sociais que favoreça o respeito pelo adversário. Além disso, o jogador não pode marcar um ponto em uma ação individual (obrigação do passe!)
Vale a pena conferir uma matéria exibida no dia 27 de setembro pelo Esporte Fantástico sobre o esporte: http://esportes.r7.com/esporte-fantastico/video/esporte-to-dentro-xuxa-mostra-como-e-uma-partida-de-tchoukball-5426c4f70cf2672fb4c56fde/

Para mais informações acesse: http://www.tchoukball.esp.br/

Att: Aline Melnyk

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Cuidados ao começar a corrida de rua


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Da sensação de liberdade à prática em grupo, a corrida de rua ganha adeptos por todo o Brasil, interessados em um estilo de vida saudável e novas amizades. Mas antes de calçar os tênis e dar as primeiras passadas, o esportista precisa cercar-se de cuidados, o que evitarão lesões e frustrações no futuro. 


Por ser uma modalidade esportiva livre, progressiva à caminhada, é comum que as pessoas não se atentem às questões de saúde antes de iniciar a corrida de rua. Exercícios de baixa intensidade, como caminhar, trazem benefícios importantes para o organismo, mas não causam alterações drásticas no metabolismo, a ponto de expor o praticante à alguma complicação séria, como é o caso da corrida. 

No entanto, alguns fatores de risco são indicadores da necessidade de uma avaliação com o médico cardiologista e ortopedista (se houver queixa de dor pré-existente), antes de iniciar atividades físicas intensas. Atenção especial caso o esportista tenha mais de 40 anos, apresente alterações na pressão arterial e na glicemia, dores no peito, desmaios ou tonturas, excesso de peso, sedentarismo, histórico de câncer ou histórico familiar de hipertensão, diabetes, problemas cardíacos ou na coluna. 

Algumas alterações são muitas vezes desconhecidas pelas pessoas e somente quando o coração trabalha com esforço é que elas aparecem. Por isso, é importante que a consulta ao médico seja uma rotina regular de prevenção à saúde e cuidado pessoal. Esse hábito pode ser adotado não só na prática da corrida, mas também antes de ingressar na academia para musculação, natação ou artes marciais, por exemplo. 

Primeiros passos

A avaliação física inicial feita nas academias ou pelo educador físico em serviços particulares não substitui a avaliação médica. A primeira tem como objetivo avaliar o indivíduo quanto aos níveis de capacidade cardiovascular, força e composição corporal, por exemplo. É usada como um parâmetro para que o educador responsável possa iniciar um programa de treinamento com qualidade e baseado no estado atual de condicionamento físico do indivíduo. 

A orientação feita por um educador físico em qualquer prática também é um cuidado importante a ser considerado para que lesões físicas sejam evitadas. Quando o esporte é a corrida, por exemplo para não atletas, as lesões mais comuns são as musculares e as de joelho, mais especificamente a síndrome do estresse tibial (canelite), tendinite do tendão calcâneo e fascite plantar. Lesões anteriores e fatores relacionados ao treinamento como duração, intensidade e tipo de treino são associados ao desenvolvimento de algumas das lesões citadas anteriormente. 

Se o indivíduo for sedentário, é indicado que os exercícios comecem pela prática de caminhada por duas ou três semanas para depois progredir ao treino de corrida, que deve começar com intervalos de corrida e caminhada. O ritmo dessa corrida inicial precisa ser leve para que a adaptação muscular e metabólica ocorra sem prejuízos ou desconfortos. 

Portanto, adote comportamentos de prevenção e cuidado para que a prática de atividades não venha a ser um fator negativo e gerador de prejuízos à sua integridade física. Consulte um médico, fique atento aos sinais do seu corpo e procure um serviço especializado para orientá-lo sobre a melhor maneira de conduzir um programa de condicionamento físico. 

Como começar

Para quem sonha participar de provas, procurar um grupo de corrida, sob supervisão de educadores físicos, é uma ótima opção para que a pessoa tenha orientação adequada quanto ao aquecimento, fortalecimento muscular necessário e prescrição de treinamento adequada ao seu nível. Além disso, estar em grupo favorece a disciplina e ajuda aqueles que não gostam de treinar sozinhos. 

Para começar, a dica é aquecer por dez minutos com movimentos articulares e caminhada com pequenas corridas. Feito isso, os intervalos de corrida podem ser de um a dois minutos por três de caminhada, até completar 30 minutos. Após a meia hora, faça mais dez minutos de caminhada. O tempo de corrida pode aumentar um minuto progressivamente a cada semana, sempre com intervalo de dois a três minutos de caminhada, até que 15 a 20 minutos de corrida sejam possíveis de forma contínua. Ao alcançar 30 minutos ou 5 km, em ritmo moderado, é o momento de pensar em outros objetivos. 

Importante: para começar a correr, a intensidade não deve ser priorizada. É preciso ganhar volume, ou seja, conseguir correr uma determinada distância em um tempo considerável sempre em ritmo leve a moderado. O ritmo moderado é sempre confortável e possível de manter uma conversa; se estiver ofegante é porque está acima do ritmo que deveria. 

Um ponto muito importante é observar que pessoas com sobrepeso ou obesas devem manter a caminhada rápida até que emagreçam para depois começarem a corrida. O excesso de peso pode prejudicar as articulações e causar lesões, atrapalhando o objetivo principal em longo prazo. O melhor é não ter pressa e, sim, ter disciplina. 

Benefícios da corrida

Do controle e manutenção do peso corporal à prevenção de doenças como o câncer, recebemos inúmeros benefícios ao adotarmos um estilo de vida saudável com a prática de exercícios. O movimento agrega vantagens físicas e emocionais e nem sempre exige grandes investimentos. A corrida, por exemplo, é uma atividade natural ao corpo e pode ser praticada em diferentes ambientes. 

A vontade de estar ao ar livre, experimentando variados percursos, é um dos motivos que estimula o aumento de corredores em praças, parques e ruas de todo o país. A atividade física, se entendida como benefício e sem o peso da obrigação, pode contribuir de várias formas para o bem-estar e valorização da autoestima. A corrida, em especial, por seu dinamismo e praticidade, torna-se estimulante e promove o convívio social. Cercado de cuidados, o sonho de completar ou até mesmo vencer uma prova de longa distância fica mais próximo. Desafie-se e bons treinos! 

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/esportes/canais-esportes/outras-modalidades/27935-cuidados-ao-comecar-a-corrida-de-rua


Att: Kerlin Thaise Mendes Dos Santos 

sábado, 20 de setembro de 2014

Videogames com sensores de movimento têm impacto positivo na saúde infantil


Estudo mostra que substituir jogos eletrônicos tradicionais por videogames com sensores de movimento aumenta atividade física diária das crianças. 

65864-arts-kinect-move-584As crianças que vivem em países desenvolvidos gastam, em média, de 38 a 90 minutos de seu dia em jogos eletrônicos. O hábito sedentário preocupa pais e profissionais da saúde, que têm se esforçado para descobrir meios de fazer com que meninos e meninas passem a praticar mais atividades físicas permaneçam por menos tempo em frente às telas.   



Uma pesquisa publicada no periódico BMJ Open nesta terça-feira oferece uma alternativa que pode ajudar a resolver esse problema: cientistas australianos descobriram que substituir os jogos eletrônicos tradicionais por videogames com sensores de movimento - que exigem que o jogador se movimente para cumprir as tarefas da brincadeira, em vez de simplesmente apertar os botões dos controles - é tão benéfico à saúde infantil quanto a retirada total dos aparelhos da rotina das crianças.      

Os responsáveis pela pesquisa em questão trabalharam durante o intervalo de 2007 a 2010 com um grupo de 56 crianças, com idades entre 10 e 12 anos. Essas crianças foram expostas a três diferentes situações, que duraram por períodos de oito semanas: primeiro, o uso de qualquer tipo de jogo eletrônico foi proibido em suas casas; depois, as crianças voltaram a ter acesso aos jogos eletrônicos tradicionais e, por fim, houve a substituição desses jogos tradicionais por videogames com sensores de movimento. Durante o estudo, todas as crianças usaram um acelerômetro preso ao quadril para medir os níveis de suas atividades físicas, e escreveram um diário para registrar as atividades diárias e o tempo dedicado a elas.

Resultados - De acordo com os diários, em suas rotinas normais, as crianças passavam apenas uma hora e meia por dia em atividades que demandassem esforço físico, enquanto quatro horas e meia diárias eram dedicadas ao lazer sedentário. Em mais da metade dessas quatro horas e meia, os meninos e meninas permaneciam em frente às telas da TV ou do computador. 

Após a proibição do uso dos jogos, a atividade física passou a ocupar aproximadamente quatro minutos a mais no dia a dia das crianças, e o tempo sedentário diminuiu em cerca de cinco minutos. Já a substituição dos jogos pelos novos tipos de videogame resultou em um aumento de atividade física de três minutos por dia, e reduziu o tempo de sedentarismo em seis minutos. 

Segundo os autores do trabalho, apesar das diferenças alcançadas parecerem pequenas, elas são significativas. Para eles, os jovens estão sendo expostos às inovações tecnológicas a uma rapidez que é cada vez maior e, portanto, várias pequenas mudanças no uso dessas inovações podem resultar em um grande impacto clínico.  

Outra pesquisa - Um outro estudo australiano, publicado em maio pelo The Journal of Pediatrics, já havia destacado os benefícios dos videogames ativos à saúde infantil. O trabalho, feito por pesquisadores da University of Western, avaliou o gasto energético e a resposta vascular de crianças de 9 a 11 anos de idade em diferentes intensidades do jogo. A conclusão foi que esse tipo de atividade é uma forma de exercício alternativa para combater o sedentarismo. 

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/escola/canais-escola/lazer-recreacao/25839-videogames-com-sensores-de-movimento-tem-impacto-positivo-na-saude-infantil

Att. 
Hanna Szumski